ATIVIDADES EXTRACURRICULARES

June 27, 2016

 

Atividades extracurriculares: qual é o limite?

Inglês, balé, natação, futebol... É comum que as crianças ocupem a parte do tempo em que

não estão na escola com atividades extracurriculares. Além de ser uma forma de elas

aprenderem outros conteúdos, que não fazem parte das disciplinas ensinadas na sala de aula,

isso também preenche o tempo delas, nos horários em que os pais não podem estar

presentes. Na dose certa, elas são positivas e trazem uma série de benefícios, mas o exagero

pode causar o efeito contrário e prejudicar o desenvolvimento do seu filho.

Crianças com menos de 2 anos ainda não precisam de atividades extracurriculares, nessa

idade, elas precisam brincar livremente, se desenvolver, explorar o mundo. Dos 3 anos em

diante, eles podem manifestar o interesse. Os pais também precisam ficar atentos para

perceber do que eles gostam.

Como perceber o exagero

O importante é observar o comportamento da criança e como ela responde aos estímulos. Seu

filho vai apresentar certos sintomas quando estiver além de seus limites. Irritabilidade,

cansaço, distúrbios do sono... Quanto mais cansados estamos, mais difícil é pegar no sono.

A vontade é de quem?

As atividades extracurriculares têm sido uma opção dos pais, para poderem supervisionar mais

de perto os filhos nos momentos em que estão ausentes. Assim, acabam se tornando mais

escolhas dos primeiros do que dos últimos.

Quando a escolha é feita pelos pequenos, as atividades extracurriculares permitem o

desenvolvimento de diferentes habilidades, de acordo com suas características, bem como a

cooperação, a socialização, a reflexão, a criatividade, a iniciativa, o desenvolvimento do

raciocínio lógico e diversas formas de comunicação e expressão, por exemplo, além de ampliar

as aprendizagens já adquiridas.

Outro alerta: é importante prestar atenção para não projetar nos filhos o seu próprio desejo.

Sabe quando a mãe gostaria de ter sido bailarina e, por isso, insiste que a filha dance? Às

vezes, não há interesse por parte da criança e é fundamental saber o que ela quer – e o que

não quer.

E quando eles querem desistir?

Uma situação comum é quando as crianças pedem para os pais fazerem a matrícula em um

curso e logo pedem para desistir. O que fazer, neste caso? Acatar a vontade do filho ou insistir

para que ele continue? Uma solução é fazer um acordo e combinar que a criança pode

frequentar as aulas por um período para ver se gosta.

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